HISTÓRIA
Carlos Castello Branco – o Castelinho
Pode parecer lugar-comum, mas é verdade: não se entenderá a História do Brasil recente sem a leitura das colunas do Castello. Ele foi “o Papa” do jornalismo político, que reverenciamos até hoje, nós, meros párocos de aldeia. Deixou marcas profundas como analista, observador, comentarista e repórter.
Serviu para desmistificar esse dogma modernoso de que o jornalista tem que ser isento. Isento coisa nenhuma! Percebemos, pelo exemplo do Castello, que não somos robôs. Jamais máquinas frias de produzir informações, daquelas em que comprime a tecla do “lead” e sai um texto apresentando “o que, quem, quando, onde e porque”. Temos alma.
Carlos Chagas, jornalista
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