Enquanto se discute a criação de um imposto para substituir a CPMF, recursos do Piso Nacional da Saúde, que deveriam ser destinados ao atendimento básico da população, estão sendo usados para custear a máquina pública. Essa verba está pagando despesas administrativas, como auxílio-transporte, planos médicos e odontológicos dos servidores da pasta, o que é proibido pelo Conselho Nacional de Saúde. O dinheiro que deveria ir para os hospitais também está financiando academias de saúde, espaços para atividades físicas espalhados pelo país, com playgrounds, quadras e rampas de skate. Com isso, assim como fazem muitos estados, o governo federal contabiliza como despesas de saúde gastos que, na verdade, deveriam ser custeados por outras áreas. (O Globo)
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