O petróleo vaza há dez dias na Bacia de Campos, enquanto autoridades e a empresa operadora apresentam versões desencontradas sobre acidente no Campo do Frade. A americana Chevron fala em 650 barris até agora, mas a Agência Nacional do Petróleo (ANP) diz que a companhia mente, e que os números seriam, pelo menos, cinco vezes maiores. O geólogo John Amos, da ONG SkyTruth, um dos primeiros a alertar sobre a gravidade do acidente no Golfo do México, nos EUA, em 2010, disse, no entanto, que no Rio vazariam 3.738 barris por dia, o que dá 23 vezes mais. Seus cálculos são baseados em imagens da Nasa. O delegado Fabio Scliar, da PF, disse que o acidente é uma “catástrofe”. O Greenpeace acusa o governo de não ter adotado plano de emergência desde o acidente nos EUA. (O Globo)
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