Diante da discrepância de preços para o barril de petróleo – que servirá de base à capitalização da Petrobras – o governo federal lá trabalha com a possibilidade de adiar, mais uma vez, o aumento de capital da estatal, previsto para 30 de setembro. A Petrobras precisa de recursos para investimentos no pré-sal. O estopim foi a apresentação ontem de propostas díspares para o valor do barril. A empresa que cotou o barril para a Agência Nacional do Petróleo (ANP) fixou-o entre US$ 10 e US$ 12. Já a que trabalhou para a Petrobras sugeriu entre US$ 5 e US$ 6. Esses valores servirão de base para os até 5 bilhões de barris que a União está cedendo à Petrobras e que vão garantir parte da capitalização. As incertezas fizeram as ações caírem 3,25%. A Vale passou a Petrobras em valor de mercado.
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