Em decisão histórica, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou com qualquer dúvida: quem tiver sido condenado por um colegiado da Justiça (mais de um juiz) não pode concorrer a mandatos políticos, mesmo que a condenação tenha ocorrido antes de 7 de junho, data em que a Lei Ficha Limpa foi publicada. A posição do TSE foi firmada por 6 votos a 1. O único a votar contra foi o ministro Marco Aurélio Mello. Para ele, uma lei nova não poderia reger eventos cometidos no passado. A regra vale já no pleito de outubro.
A lei ameaça os planos de ao menos três ex-governadores que foram cassados, Jackson Lago (MA), Marcelo Miranda (TO), Cássio Cunha Lima (PB) e Paulo Maluf (SP).
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