A Marinha de Israel atacou ontem uma frota de seis barcos com ativistas da causa palestina, inclusive uma brasileira, que pretendiam furar o bloqueio a Gaza. A ação, em águas internacionais, deixou ao menos dez mortos e provocou reações negativas de toda a comunidade internacional O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, apoiou a ação militar.
“É terrorismo de Estado”, disse Recep Erdogan, premiê da Turquia, praticamente o único aliado de Israel no mundo islâmico. O presidente Barack Obama pediu investigação, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lamentou o “derramamento de sangue”. Entre os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, Grã-Bretanha, França, Rússia e China condenaram Israel.
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