A pressão internacional pelo fim do bloqueio israelense a Gaza aumentou, após o Egito anunciar a reabertura da passagem de Rafah, que liga o país a Gaza. Única saída terrestre do território que não passa por Israel, a passagem estava fechada desde que o grupo islâmico Hamas tomou o poder em Gaza, em 2007.
Segurança da ONU divulgou declaração em que diz lamentar “profundamente” as nove mortes na ação israelense contra uma frota de ativistas pró-palestinos que tentou furar o cerco a Gaza.
O Conselho de Segurança quer investigação. Ministros israelenses criticaram que a ação tenha sido decidida apenas por uma parte do gabinete. A brasileira Iara Lee afirmou à Folha que os soldados de Israel utilizaram força “indiscriminada”.
Militares israelenses reconheceram ter cometido erros de inteligência e estratégia na abordagem dos barcos com ativistas pró-palestinos que tentaram furar o bloqueio a Gaza. A imprensa israelense criticou duramente a operação, qualificando-a de “fiasco” e “confusão”.
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