Governo americano vê indícios de premeditação em ataque que deixou 4 mortos e 17 feridos em Benghazi, no rastro de uma onda de protestos contra o país; presidente e candidato republicano trocam acusações
Fontes do governo americano acreditam que o protesto contra um obscuro filme de um cineasta desconhecido, insultando o profeta Maomé, foi apenas um pretexto para acobertar o devastador ataque de extremistas radicais líbios que matou anteontem o embaixador Christopher Stevens. Obama, que vai enviar dois navios de guerra à costa líbia, disse que as relações com o novo governo não serão afetadas. “Eu me pergunto como isso pode acontecer num país que ajudamos a libertar?” lamentou a secretária Hillary Clinton. O atentado já se reflete na campanha à Casa Branca. Mitt Romney não hesitou em atacar Obama, que reagiu afirmando que o republicano “atira primeiro e mira depois”. O filme desatou onda de protestos de muçulmanos. (O Globo)
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