O vice-presidente da República, Michel Temer, admitiu hoje que seu partido, o PMDB, pode não ficar com o comando da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) durante o governo Dilma Rousseff.
Reportagem publicada na segunda-feira pela Folha revelou que auditorias concluídas nos últimos quatro anos pela CGU (Controladoria-Geral da União) apontaram que a Funasa foi vítima de desvios que podem ultrapassar R$ 500 milhões. Ela é controlada desde 2005 pelo PMDB, partido de Temer. Tem atuação nas áreas de saneamento básico e saúde indígena e controla um Orçamento anual de R$ 4,7 bilhões
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