Um dia após a Secretaria de Saúde de Goiás divulgar laudo preliminar que descartou febre amarela como causa da morte do trabalhador rural João Batista Gonçalves, de 31 anos, a secretária interina, Maria Lúcia Carnelosso, admitiu que o resultado inicial pode ser um “falso negativo”. O trabalhador morreu no dia 5, em Goiânia, com suspeita da doença.
– A sorologia não é conclusiva e realmente pode dar falso negativo – afirmou.
A nova informação só foi divulgada depois que a consultora do Ministério da Saúde em Goiás, médica Elizabeth Araújo de Oliveira, duvidou do resultado negativo do laudo preliminar.
– Acompanhei esse paciente e tenho convicção de que os demais exames confirmarão a hipótese de febre amarela – afirmou Elizabeth.
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