O presidente do Senado, José Sarney se nega a responder aos questionamentos da Procuradoria Geral da República sobre os atos secretos. Com isso, paralisou a investigação aberta em 16 de junho de 2009, seis dias após o Estado revelar a existência dos atos, que registram privilégios a parentes e aliados de senadores, inclusive o próprio. (Estadão)
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