Hoje (terça, 26) pela manhã, Renan Calheiros prestou solidariedade a Joaquim Roriz, seu colega de partido (PMDB), acusado de negociar R$ 2,2 milhões de origem desconhecida com Tarcísio Franklin de Moura, ex-presidente do Banco de Brasília, preso na Operação Aquarela da Polícia Civil do DF. Renan declarou que não vai “prejulgar Roriz uma vez que também é vítima de denúncias em que provas nada significam”.
Renan está sendo processado no Conselho de Ética do Senado por quebra de decoro parlamentar com base nas denúncias de que teria recebido dinheiro da empreiteira Mendes Júnior para pagar pensão e aluguel à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha fora do casamento. De outro lado, o líder tucano Arthur Virgílio cobrou uma investigação sobre as denúncias contra Roriz, dizendo que “Essa coisa do Roriz tem que ser apurada integralmente. Temos que apurar com rigor toda acusação”.
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