Relatório do governo admite a instalação de equipamentos de gravação nos parlatórios, locais em que se realizam as conversas entre advogados e presos, das quatro penitenciárias federais do país. O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcanti, questionou a possibilidade do uso dos aparelhos para gravação indiscriminada.
Em documento à OAB, o Ministério da Justiça alega que os equipamentos são voltados para “segurança” e “inteligência” e que o uso não faz parte da rotina das penitenciárias. Ocorreu em “caráter excepcional” e com “autorização judicial”.
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