O presidente Lula pretende ignorar relatório do Comando da Aeronáutica que avaliou o caça Gripen NG, da empresa sueca Saab, como o melhor para o projeto FX-2, de renovação da frota da Força Aérea Brasileira. Lula já manifestou preferência pelo francês Rafale e tem repetido que a decisão sobre a compra dos 36 aviões é “política e estratégica” para consolidar parceria entre Brasil e França. Além da Dassault e da Saab, a Boeing concorre com o F -18 Super Hornet.
Representantes da fabricante Dassault e do governo francês dizem confiar na opção de Lula pela compra dos caças Rafale. Em relatório técnico antecipado ontem pela Folha, a Aeronáutica deu preferência ao avião sueco Gripen, mais barato. Um assessor próximo a Hervé Morin, ministro da Defesa francês, disse que as negociações se inserem na parceria estratégica entre Brasil e França.
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