Ao violinista F. Moniz Barreto Filho
“No teu arco prendeste à eternidade!”
Tobias Barreto.
Era do céu, à luz da lua errante,
Moema triste, abandonando os lares,
Cindia as vagas dos cerúleos mares
Te erguendo ao longe, ó peregrino infante!
Lá dos jardins sob o vergel fragrante,
A sombra dos maestros, sobre os ares,
Ouvias das estrelas os cantares
— Aves d’ouro no espaço cintilante.
Mas quando o gênio teu se alteia aflito,
Da alabastrina luz à claridade,
Lançando flores, lá do céu proscrito,
Pasma Bellini; e em meio à imensidade
Diz a lua suspensa no infinito:
“No teu arco prendeste a eternidade!”
Castro Alves
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Tem impressionado os cientistas políticos e historiadores independentes, provocando debates e aversão, o uso e abuso…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Nos ideais da juventude brasileira o item Igualdade está sempre presente.... Talvez por herança da cultura…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Sempre com um referencial, faço leituras cotidianas para degustar a sabedoria de quem sabe das coisas....…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Como pacifista desde menino, atuando pela Paz Mundial com meus pais ativistas, senti a necessidade de…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A palavra ideologia, foi criada pelo filósofo Antoine Destutt de Tracy no final do século 18,…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Meu último texto divulgado, “DA MENTIRA”, expôs a exigência de leitores (a quem não estou autorizado…