O governo avalia a possibilidade de declarar moratória da exploração de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos. A produção está interrompida a pedido da americana Chevron desde sexta-feira – há risco de um novo grande vazamento, como ocorreu em novembro passado. O procurador da República Eduardo Santos afirmou que pode pedir a prisão preventiva de executivos da Chevron. Segundo ele, a empresa e suspeita de ter “botado uma pressão maior que a suportada e ter cavado além do que foi autorizado”, de forma “premeditada”. Como resultado, diz o procurador, abriu-se uma “cratera”, e o vazamento “não tem mais como ser controlado”. O delegado da Polícia Federal Fábio Scliar, responsável pelo inquérito sobre o caso, diz que uma área de 7 km² está em risco, e “a indústria não está preparada para responder”. Executivos da Chevron já estão proibidos de deixar o País. A empresa diz que vai “respeitar a lei brasileira” e que a situação ambiental está sob controle. (Estadão)
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