Poder das facções pode inviabilizar voto de preso
O voto de preso provisório, previsto em resolução aprovada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pode se tornar inviável, segundo três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Carlos Ayres Britto, presidente do tribunal eleitoral, Ricardo Lewandowski, seu sucessor, e o ministro Marco Aurélio Mello endossam as críticas de juízes e diretores de presídios sobre a possível interferência de facções criminosas na votação. Para Marco Aurélio Mello, a logística da votação em prisões “é inviável”, e a influência das facções não pode ser desprezada em um ambiente “onde prevalece a lei do mais forte”.
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