Um cliente pessoa física recebeu mais de R$ 120 milhões de rendimento por ano em aplicação de R$ 400 milhões no Banco PanAmericano, a taxas três vezes superiores às de mercado, informam Leonardo Souza e Mario Cesar Carvalho (Folha). É o primeiro indício concreto de desvio no banco do Grupo Sílvio Santos, segundo o Banco Central.
A suspeita é que os juros tenham sido inflados para camuflar o desvio de recursos do banco. O investidor é Adalberto Salgado, empresário de Juiz de Fora (MG). O PanAmericano deveria ter informado ao BC que uma pessoa física aplicara um valor inusual.
O presidente do Conselho do Fundo Garantidor de Crédito, Gabriel Jorge Ferreira, disse não ter razão para duvidar da situação das empresas do Grupo Sílvio Santos dadas em garantia do empréstimo para cobrir o rombo no Banco Panamericano.
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