A popularidade é sempre ocasional, não cria obrigatoriamente credibilidade, nem gera continuidade. Que é o que interessa ao nosso personagem principal, Luiz Inácio Lula da Silva. Sem credibilidade e sem a imaginária continuidade, Lula pergunta a si mesmo: “De que adianta popularidade, se temos que ir para casa?”
HÉLIO FERNANDES, jornalista
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