O que a maioria imaginava, e a PM não conseguia ver, foi confirmado ontem. Em depoimento à polícia, no empresário Roberto Bussamra, pai do atropelador Rafael Bussamra, revelou que pagou R$ 1 mil de R$ 10 mil exigidos pelo sargento da PM Marcelo Leal de Souza Martins e o cabo Marcelo Bigon, do 23º BPM (Leblon), que haviam liberado o veículo que matou o estudante Rafael Mascarenhas, na madrugada de terça-feira passada, no Túnel Acústico, na Gávea.
O comando da PM determinou a prisão administrativa dos dois policiais. Eles vão responder por corrupção passiva e o empresário será autuado num inquérito por corrupção ativa. As negociações para pagamento do “pedágio” que custou a vida de Rafael duraram mais de oito horas e terminaram quando o pai sacou dinheiro num caixa eletrônico. Para o perito Mauro Ricart Ramos, o veículo estava a pelo menos cem quilômetros/hora. (O Globo)
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