Pais, filhos, irmãos e cônjuges, além de milionários financiadores de campanha, engrossam a safra dos suplentes de candidatos ao Senado deste ano. A lei faculta ao candidato indicar dois suplentes, que, em caso de morte ou renúncia do titular, assumem todos os benefícios do cargo, apesar de não terem sido votados.
O ex-governador Eduardo Braga (PMDB-AM), por exemplo, escolheu a mulher, Sandra. O ex-governador Marcelo Miranda (PMDB-TO) indicou o pai, Brito Miranda. O senador Mão Santa (PSC-PI) trocou a atual suplente, sua mulher, Adalgisa, pela filha Cassandra. O senador Gilvam Borges (PMDB-AP) trocou o irmão Geovani por outro irmão, Geová.
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