O governo federal maquiou balanços para encobrir um mega-atraso nas principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento. Confrontando o primeiro balanço do PAC com os seguintes, houve atraso em 75% das obras – algumas cujo cronograma foi estendido mantiveram carimbos com a palavra “adequado”.
Há metas que passaram de conclusão da obra a “entrega do projeto” e ações atrasadas que sumiram de balanços. O PAC é gerido por Dilma Rousseff (PT), pré-candidata ao Planalto. Segundo o governo, a avaliação do PAC concentra-se nos riscos à realização das obras, e o cronograma é só um dos elementos. Os atrasos são atribuídos a fatores como fortes chuvas.
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