Polêmica, atrevida, nervosa, emocional… Maysa Figueira Monjardim (sim, ela é mãe do diretor Jayme Monjardim) era tudo isso e ainda mais. Entre as décadas de 50 e 60, a cantora chamou a atenção do país não apenas por sua bela voz, mas pela personalidade marcante. Trinta anos após sua morte, em janeiro de 1977, ela ganha a biografia “Meu mundo caiu — A bossa e a fossa de Maysa” (Novo Século, R$ 39), escrita pelo jornalista Eduardo Logullo.
O autor conta desde o nascimento da cantora até sua morte trágica, num acidente de carro na Ponte Rio-Niterói. Revela ainda a luta dela contra o álcool e a solidão.
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