O movimento Cheiro de Jasmim que pede sua saída de Mubarak, democracia e eleições livres quer parar o país e levar 1 milhão às ruas hoje. Militantes já acampavam ontem no centro do Cairo. Em nota, o Exército egípcio prometeu não reprimir protestos pacíficos. Sete dias de manifestações no país já deixaram 138 mortos.
O Exército do Egito prometeu não reprimir um megaprotesto convocado para hoje, que promete atrair um milhão de pessoas às ruas do Cairo. Uma greve geral também foi anunciada, aumentando a pressão sobre Hosni Mubarak. O principal nome da oposição, o Nobel Mohamed ElBaradei, reuniu-se com o médio escalão do Exército, sugerindo diálogo.
A Praça Tahrir, no centro do Cairo símbolo dos protestos pelo fim da ditadura egípcia, ganhou novo herói: o capitão Ehab Fathy, que abandonou o Exército e se juntou aos manifestantes. Ao Estado, Fathy declarou: “Deixei meu posto porque não concordo com esse regime e não vou servir a uma ditadura criminosa”.
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