Hoje, dia 13 de junho, o Jardim Botânico completa 200 anos. Em 1808, o JB, que dá nome ao bairro onde está, na zona sul do Rio de Janeiro, nasceu com o nome de Jardim de Aclimação, criado por D. João, então príncipe regente e, mais tarde, Dom João VI. Foi a “casa” de Tom Jobim, que, diz a lenda urbana, era o único sujeito da cidade com passe livre: podia entrar e sair do parque a hora que bem entendesse.
Lá dentro, depois de caminhar bastante (é imenso), pare para tomar um cafezinho no Café Botanica, que de espetacular tem apenas o fato de estar lá dentro (e precisa mais que isso?), em meio às árvores.
Em homenagem a Dom João VI, o homem que amava frangos (“era capaz de devorar seis por dia, três no almoço e três no jantar”, diz J.A. Dias Lopes em A canja do imperador) e incluiu ingredientes brasileiros na dieta de sua corte (“banana, feijão preto, carne-seca, algumas pimentas e farinha de mandioca, entre outros”, ainda segundo Dias Lopes.
Viva o Jardim Botânico!
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