Foi um dos mais carismáticos maestros do século XX, tendo descoberto e patrocinado novos talentos. Em 1955, foi nomeado diretor musical vitalício da Orquestra Filarmônica de Berlim, em substituição a Wilhelm Furtwängler.
Atuou várias vezes no Festival de Bayreuth, convertendo a orquestra no instrumento ideal para exprimir o timbre de Wagner. Considerado um grande intérprete de Verdi, dominava de Beethoven a Bruckner. Muito organizado, acumulou as atividades de maestro com as funções de diretor musical austríaco.
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