Percentual médio oferecido a docentes, no entanto, ficou entre 25% e 40%. Mas, para a volta às aulas, estudantes ainda dependem do retorno ao trabalho de servidores técnicos e administrativos.
O governo ofereceu ontem reajuste de 15,8%, parcelado em três anos, para mais de 600 mil servidores de 25 categorias do Executivo, incluindo saúde e educação. A proposta ainda vai ser submetida aos trabalhadores em assembléias nos estados, na próxima semana. O percentual, no entanto, é bem abaixo do reivindicado pelas categorias. No caso das universidades, a proposta de voltar ao trabalho foi aceita na UnB e em alguns campi de universidades no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo (Unifesp e São Carlos), Santa Catarina e no Acre. (O Globo)
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