Após quase quatro anos sem ofertar novos blocos de exploração de petróleo, o governo surpreendeu o mercado ontem ao anunciar que fará o primeiro leilão do pré-sal, sob o regime de partilha, em novembro de 2013. Haverá também, em maio, licitação em 174 blocos em áreas que não são pré-sal. A decisão veio após críticas de empresários na maior feira do setor na América Latina, a Rio Oil & Gas. A abertura do evento, anteontem, não recebeu nenhum representante graduado do governo e foi marcada pela cobrança por novos leilões. O setor avaliou que a indefinição afastava investimentos e ameaçava a produção de petróleo no País. Há também descontentamento com a política de conteúdo local e o congelamento de preços dos combustíveis, que resultou em prejuízo para a Petrobrás. (Estadão)
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