Apesar de serem obrigados a prestar contas de suas receitas, os 18 governadores eleitos no primeiro turno arrecadaram cerca de 38% de suas doações de forma “oculta”, ou seja, via partidos ou comitês financeiros, o que torna impossível identificar a origem do dinheiro. O montante representa R$ 120 milhões, de um total de R$ 318 milhões arrecadados pelos governadores.
O valor doado a partidos e comitês é repassado para outros comitês e, por fim, aos candidatos, num caminho que chega a envolver até quatro intermediários. A manobra, que é legal, permite que empresas doem a candidatos sem ter o nome associado diretamente a eles.
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