Investigação do Estado mostra que ao menos R$ 3 milhões em dinheiro federal, liberados por emendas ao Orçamento, foram repassados a institutos fantasma e, depois, a empresas de fachada, por influência do senador Gim Argello (PTB-DF). Em esquema que inclui superfaturamento e fraudes na prestação de contas, a verba acabou na conta de um jardineiro e de um mecânico. Argello disse desconhecer as empresas envolvidas e admitiu que não acompanha a prestação de contas. O senador, leal ao governo e respeitado pela presidente eleita Dilma Rousseff, é o relator do Orçamento de 2011.
O jardineiro Moisés Morais admitiu esquema, mas negou saber que era dinheiro público.
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