CANTO XXVIII – A SI MESMO
Repousa para sempre,
Meu coração cansado. O engano extremo
Que acreditei eterno – é morto. Sinto
Em nós de enganos puros,
Não que a esperança: o desejo já extinto.
Dorme até nunca – e o muito
Que pulsaste. Não vale coisa alguma
O impulso teu, nem de um suspiro é digna
A terra: amarga e balda
É a vida, mais que tudo – e lama o mundo.
Aquieta-te, não creias
Numa outra vez. Ao querer nosso o fado
Paga em morte: despreza-te, por fim,
E à natureza, e ao mudo
Poder que – ingente – à comum perda leva,
E à infinita vaidade de tudo.
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Nesta última semana da campanha eleitoral, escorrego sobre um tapete reza no tobogã da consciência, admirando…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Civilização significa tudo aquilo que os seres humanos desenvolveram ao longo dos anos para se sobrepor…
MIRANDA SÁ ( Email: mirandasa@uol.com.br) Apesar de não usar aparelhos eletrônicos em viagens aéreas, ficava sempre curioso quando o comissário…
MIRANDA SÁ (E-mail mirandasa@uol.com.br) Quando acompanho as bombásticas divulgações de pesquisas eleitorais os números que me vêm à cabeça não…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Visitando a UTI da Gramática, como de vez em quando faço, encontrei lá prostrada a palavra…