“Em seu festim de diabólico e vulgaríssimo sapateado sobre os mortos, a dor, a perplexidade, a revolta, a impotência, não deste ou daquele partido, mas de todo o País, os dois assessores (Marco Aurélio Garcia e Bruno Gaspar) protagonizaram uma exibição-síntese sobre os fins governamentais a serem sistematicamente justificados por quaisquer meios”.
Dora Kramer, jornalista
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