Mesmo antes do vazamento da prova do Enem deste ano, revelado pelo Estado, o Ministério da Educação já estudava mudanças no exame para evitar fraudes, informa Eduardo Nunomura. O “antídoto antifraude”, que deve ser implementado em 2010, prevê que haverá cinco ou mais provas totalmente distintas, de modo a ter ao menos 900 perguntas diferentes – hoje, são apenas 180 questões. Assim, ainda que houvesse vazamento, a possibilidade de alguém decorar tantas perguntas seria mínima. Outra proposta é dar ao aluno a chance de realizar o exame no mínimo duas vezes num ano, em abril e outubro.
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