Quarenta trabalhadores já morreram em 21 grandes obras do PAC, como hidrelétricas, rodovias e refinarias, nos últimos três anos. Só nas usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, houve seis mortes. Em 2010, a “taxa de mortalidade” nas 21 obras alcançou 19,79 por 100 mil trabalhadores, considerada “altíssima” pelo consultor da OIT no Brasil, Zuher Handa. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão, admite que “as obras estão em ritmo muito acelerado, e as companhias não estão treinando pessoal”.
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