Há quatro anos, Natália Falavigna chegou à semifinal do taekwondo dos Jogos de Atenas, mas fracassou nas lutas que dariam a medalha. O vilão foi o pé direito, quebrado antes da Olimpíada, que a deixou em quinto lugar.
Em Pequim-2008, a lutadora paranaense deu a volta por cima.Mesmo após perder a semifinal, em um combate apático contra a norueguesa Nina Solheim, a brasileira se levantou, reencontrou a determinação que mostrou em suas duas primeiras lutas na China e foi ao pódio, conquistando o bronze na categoria acima de 67 kg.
Foi o primeiro do país na modalidade, após Natália e Diogo Silva (68 kg) baterem na trave em 2004, com dois quartos lugares. O bronze olímpico em Pequim-2008 é o resultado de um ciclo vitorioso, mas cheio de tropeços de Falavigna. Após Atenas-2004, ela conquistou o Mundial de 2005, em Madri, na Espanha.
Somado à performance na Grécia, a paranaense foi alçada ao estrelato e conquistou o Prêmio Brasil Olímpico daquele ano, dado para a melhor atleta brasileira da temporada, entre todas as modalidades.
Fonte: Uol Esportes
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