“O governo federal ainda não desembolsou um centavo do Orçamento da União para obras de melhoria nos aeroportos brasileiros este ano. E ainda congelou R$ 2,1 bilhões de dois fundos setoriais que poderiam servir para investimentos no setor: o Fundo Aeronáutico e o Aeroviário. Mas os recursos estão parados na conta do Tesouro Nacional, engordando o superávit primário. Neste ano, até o início de junho, a Infraero investiu, com recursos próprios, R$ 320 milhões, incluindo as obras da pista principal do Aeroporto de Congonhas. Dos cofres da União, nenhum centavo”.
Pedro Porfírio, jornalista
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