O governo planeja pôr o país no mapa da indústria mundial de defesa, estimulando a criação de “superbélicas verde-amarelas”. Para isso, concederá incentivos fiscais e acesso diferenciado às licitações públicas. Minuta de decreto prevê que as vantagens valerão para empresas ou consórcios liderados por grupos brasileiros e cria parcelas mínimas de conteúdo nacional, revela Danilo Farbello. Além disso, o programa de compras das Forças Armadas chega a R$ 70 bilhões até 2015. O chamado já dá resultados e as maiores empreiteiras do país — Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa — estão entrando com força nesse mercado, que movimenta US$ 1,5 trilhão no mundo. Segundo o general Aderico Mattioli, do Ministério da Defesa, as empresas brasileiras que atuam hoje no setor são vulneráveis. (O Globo)
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