Desde o início de maio, o risco dos principais bancos europeus e norte-americanos, medido por um produto financeiro que funciona como seguro contra calotes, triplicou. A razão é a deterioração econômica e financeira dos países ricos e, principalmente, a ameaça crescente de uma ruptura desordenada na zona do euro. O encarecimento do custo de capital na Europa e nos Estados Unidos, na esteira do aumento do risco dos bancos, já se reflete na captação de bancos e empresas brasileiras no exterior, que foi de zero em outubro e de somente US$ 400 milhões em setembro. Em comparação, a média mensal em 2010 e 2011 até agosto é de quase US$ 2,4 bilhões. Esse fechamento do mercado de captação externa, por sua vez, está contribuindo não só para a depreciação do real, que se desvalorizou 11% desde o final de outubro, como também para a forte desaceleração da economia brasileira – por causa da redução do crédito. (Estadão)
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Nesta última semana da campanha eleitoral, escorrego sobre um tapete reza no tobogã da consciência, admirando…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Civilização significa tudo aquilo que os seres humanos desenvolveram ao longo dos anos para se sobrepor…
MIRANDA SÁ ( Email: mirandasa@uol.com.br) Apesar de não usar aparelhos eletrônicos em viagens aéreas, ficava sempre curioso quando o comissário…
MIRANDA SÁ (E-mail mirandasa@uol.com.br) Quando acompanho as bombásticas divulgações de pesquisas eleitorais os números que me vêm à cabeça não…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Visitando a UTI da Gramática, como de vez em quando faço, encontrei lá prostrada a palavra…