Cortes mais racionais?
Os dados atualizados apresentados nas discussões da Comissão Mista do Orçamento do Congresso Nacional desmentem as projeções sombrias feitas pelo governo Lula logo após a extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e demonstram que o fim da cobrança desse tributo, ao contrário do que alardeava o governo, não ameaça a estabilidade das finanças públicas.
Se algum efeito imediato deve ter a extinção da CPMF na política fiscal é a imposição de maior rigor na definição das despesas públicas – o que é bom para o contribuinte e para o País.
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