A reorganização das gangues criminosas em Cité Soleil, a maior favela do Haiti, com 300 mil moradores, virou o grande desafio aos esforços de estabilização do país e à reconstrução após o terremoto. Os três mil criminosos que fugiram de prisão destruída se armaram e voltaram à favela, onde ameaçam os moradores, relata Gilberto Scofield Jr. A polícia haitiana reprimiu a ação de saqueadores; houve tiroteios e linchamentos nas ruas da capital.
Cinco dias após o início das buscas, equipes de resgate continuam a encontrar, sob os escombros, sobreviventes do terremoto que abalou Porto Príncipe. Alguns foram localizados depois de enviarem mensagens de texto a amigos e parentes informando onde estavam.
Cinco dias após o terremoto, operação de resgate retirou três sobreviventes que estavam presos nos escombros de um supermercado. À tarde, houve um momento de pânico, quando o teto começou a ceder. Os bombeiros saíram correndo, tirando máscaras.
O corpo do major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho foi encontrado ontem. Já são 17 brasileiros mortos, sendo 15 militares. Ainda há três desaparecidos.
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