Uma nova denúncia provocou a queda de mais um indicado do PR no Ministério dos Transportes e levou a presidente Dilma a determinar uma mudança geral nos cargos da pasta e de estatais ligadas a ela. Ontem, foi afastado temporariamente José Henrique Sadok de Sá dos cargos de diretor-executivo e diretor-geral interino, após a acusação de que a construtora da mulher dele tinha contratos de R$ 18 milhões com o Dnit. A faxina que a presidente Dilma vai fazer no ministério – e que incluirá também a Valec, que cuida de ferrovias – será gradual, para evitar o agravamento da crise. O diretor-geral afastado do Dnit, Luiz Antônio Pagot, não vai ficar no cargo quando voltar das férias. (O Globo)
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