Pelo menos 35 desembargadores são investigados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) hoje. Eles formam a cúpula do Judiciário nos Estados, julgando recursos contra as decisões dos juízes de primeira instância. Desde 2005, 20 deles foram punidos pelo conselho.
Ontem, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu adiar decisão sobre ação, proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros, que alega inconstitucionalidade e busca limitar a atuação do CNJ. Se a tese vingar, as punições do conselho podem ser derrubadas.
A corregedora Eliana Calmon disse a Mônica Bergamo que suas declarações não foram ofensa a todos os juízes e que quer proteger a magistratura dos “bandidos infiltrados”. (Folha de S. Paulo)
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