Na pior crise enfrentada pelo Europa desde a segunda guerra mundial, o mundo assiste à tormenta que está levando Itália e Espanha à beira do abismo. Já não se trata de socorrer países de economias periféricas, como Grécia, Irlanda e Portugal. Os sintomas da gravidade da situação são evidentes: na sexta-feira, as Bolsas européias tiveram o pior desempenho em três anos. A origem do desastre está na irresponsabilidade fiscal dos governos. E ninguém espera ajuda dos Estados Unidos, que a essa altura, estão preocupados apenas em sair do atoleiro. A previsão é de que o aperto perdure, por pelo menos, cinco anos. (Correio Braziliense)
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