Representantes de uma geração que se valeu do legado de Oscar Niemeyer, ao fundir a leveza do traço carioca à chamada arquitetura brutalista de São Paulo, concordam que os projetos dos novos profissionais não constituem uma unidade e que a morte do mestre deixa um vazio. “Temos que ser, como ele, férteis, para gerar nossas próprias ideias”, diz Gustavo Penna a Audrey Furlaneto. Um museu de arte contemporânea na ilha açoriana de São Miguel, uma biblioteca na Argélia, um centro musical no Marrocos e um templo da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Belém do Pará são alguns dos últimos traços que saíram da prancheta de Niemeyer, revela Rogério Daflon. (O Globo)
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