Recentemente, num tom exaltado de palanqueiro, o presidente da República pregou solidariedade do seu partido aos réus do escândalo do mensalão. Com um discurso feito para empolgar a platéia do 3º Congresso do PT, Lula passou a mão na cabeça dos petistas processados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção ativa e formação de quadrilha. Lula disse que o PT não tem do que se envergonhar e pediu a união do partido para enfrentar uma onda de “preconceitos” e até “ódio” de classe.
Autoproclamado o brasileiro “mais ético” entre todos os cidadãos brasileiros, o presidente Lula exaltou a ética do partido e a defesa dos companheiros: “Ninguém neste país tem mais autoridade moral e ética do que nosso partido.” E, num arrebatamento de humildade coletiva, completou: “Admitimos que tem gente igual a nós, mas não admitimos que tenha melhor.” Impressionante! Com seu comício partidário, chocante, mas estudado, o presidente da República acabou dando uma bofetada no STF.
Carlos Alberto Di Franco, diretor do Master em Jornalismo, professor de Ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra (difranco@ceu.org.br)
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…