Nos dois casos recentes envolvendo repasses de verbas da Petrobrás – o desvio de recursos de um patrocínio à Fundação Sarney e o contrato de financiamento com uma empresa em cujo endereço funciona um canil -, a empresa diz que não tem nada com isso.
No primeiro, a fiscalização caberia ao Ministério da Cultura e, no segundo, à Prefeitura do Rio. Ainda que possa ter razão formal, a Petrobrás teria no mínimo a obrigação de demonstrar algum interesse sobre o emprego do dinheiro que distribui. Por essas e várias outras, a CPI.
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