Às oito da noite de ontem, eu havia visto mais uma vez o “Fahrenheit 11 de setembro” um filme da maior atualidade para entender não apenas o declínio do sistema norte-americano, mas também para explicar essa nova escalada de Israel sobre a Faixa de Gaza, uma violência indefensável, que só serve para socorrer a indústria bélica e dar um aviso a Barack Obama, que vai assumir dia 20 “devidamente imprensado pelos sionistas”, que já estão ocupando postos chaves em sua curriola.
PEDRO PORFÍRIO, jornalista (coluna@pedroporfirio.com)
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