Previdência, o STF e um novo rombo
No mesmo instante em que a pasta da Previdência Social troca de comando – mais uma vez! – por exigência da legislação eleitoral que obriga à desincompatibilização de Luiz Marinho, o seguro social é foco de duas notícias: uma boa e outra muito má.
A boa, primeiro: a maior formalização da mão-de-obra aliada a um crescimento mais comedido dos gastos do Instituto Nacional do Seguro Social fez com que autoridades do ministério re-estimassem a projeção oficial para o desequilíbrio financeiro das contas previdenciárias neste ano.
A notícia péssima também veio das redondezas da Esplanada dos Ministérios, mais precisamente do Supremo Tribunal Federal (STF): a edição de uma súmula vinculante faz sumir dinheiro suficiente para cobrir quase dois anos do chamado rombo do sistema.
Vilson Antonio Romero, jornalista, diretor da Associação Rio-grandense de Imprensa
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