A insegurança da intimidade é total no Brasil. Ninguém, em nenhuma instância do governo ou do Judiciário – o que inclui a polícia, a Abin e os serviços secretos das Forças Armadas – sabe quem foi e quem está sendo gravado. Com contrapartida de não saber quem foi gravado, há a ignorância sobre quem grava. É um mundo sem olhos e com ouvidos demais.
Jânio de Freitas, jornalista
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