Profissão compadre
A “profissão” de compadre do presidente da República é fantástica. Com a comprovação do recebimento de mais de US$ 3,2 milhões pelo compadre, digo, advogado Roberto Teixeira por serviços prestados na venda da Varig à VarigLog, o que falta para a configuração de tráfico de influência? Ou alguém acredita que essa negociata milionária teria dado certo, apesar de todas as irregularidades envolvidas, sem a influência do ilustre compadre?
Se houvesse a possibilidade de uma investigação isenta e minuciosa, decerto apareceriam as digitais do principal personagem – e beneficiário – por trás de tudo isso e também ficaria claro que as barbas de Lulla deram o necessário abrigo às pressões exercidas pela Casa Civil sobre a Anac para a efetivação do negócio. Está tudo em casa, está tudo dominado.
Jorge Manuel de Oliveira(jmoliv11@hotmail.com)
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